Terça-feira, 20 de Janeiro de 2009

O AUTOR DESTA PIADA DEVIA GANHAR UM PRÉMIO!!!

----- Um pai. Um miúdo de 11 anos. Um trabalho escolar.

- Pai, preciso fazer um trabalho para a escola! Posso fazer-te uma pergunta?

 - Claro, meu filho, qual é a pergunta?

 - O que é a política, pai?

 - Bem, política envolve: Povo; Governo; Poder económico; Classe trabalhadora; Futuro do país...

- Não entendi nada. Dá para explicares melhor?

- Bem, vou usar a nossa casa como exemplo:

Sou eu quem traz dinheiro para casa: então eu sou o poder económico.

A tua mãe administra, gasta o dinheiro: então ela é o governo.

Como nós cuidamos das tuas necessidades, tu és o povo.

O teu irmãozinho é o Futuro do país e a Zefinha, a nossa criada, é a classe trabalhadora. Entendeste, filho?

- Mais ou menos, pai. Vou pensar.

 

Naquela noite, acordado pelo choro do irmãozinho, o menino, foi ver o que havia de errado. Descobriu que o irmãozinho tinha sujado a fralda e estava todo emporcalhado. Foi ao quarto dos pais e viu que a mãe estava num sono muito profundo. Foi ao quarto da criada e viu, através da fechadura, o pai na cama com ela. Como os dois nem ouviram o menino a bater à porta, ele voltou para o quarto e adormeceu.

 

Na manhã seguinte, à hora do café, o miúdo falou com o pai:

- Pai, agora acho que entendi o que é a política.

- Óptimo filho! Então explica-me com palavras tuas.

 - Bom, pai, acho que é assim: Enquanto o poder económico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente... O povo é totalmente ignorado e o futuro do país fica na merda!!!

 

EIS A REALIDADE...........

Sinto-me: Bonito dia de sol...

Quarta-feira, 12 de Março de 2008

MANIFESTAÇÃO NACIONAL

É possivel derrotar a ofensiva do governo!
No dia 12, em Lisboa, os trabalhadores da Administração Local dizem não à política terrorista de José Sócrates contra os direitos laborais, as carreiras profissionais, a liberdade sindical e os serviços públicos!
Porque é preciso derrotar a ofensiva de um Governo cada vez mais contra os trabalhadores, cada vez mais ao serviço dos poderosos e dos interesses dos grandes grupos económicos, os trabalhadores da Administração Local juntam a sua voz à de milhares de trabalhadores que levarão a cabo uma semana de luta de 7 a 14 de Março, com greves e manifestações dos diversos sectores da Administração Pública.

Contamos contigo! Juntos somos mais fortes!
Um Governo ao serviço do Capital
Após o chumbo do Tribunal Constitucional, o diploma de vínculos carreiras e remunerações foi de novo aprovado pela maioria do Partido Socialista na Assembleia da República e promulgado pelo Presidente da República, embora com reservas de que transcreve o fundamental:
“O referido diploma suscita dúvidas em dois planos…”
“Assim, por um lado, o diploma em apreço continua a consagrar soluções que, por pouco claras e transparentes, podem criar dificuldades de percepção por parte dos respectivos destinatários, potenciando situações de conflitualidade no seio da Administração Pública.”
“Por outro lado, subsistem dúvidas quanto à remissão para simples portaria da regulação de matérias de carácter inovatório e ainda quanto à preferência concedida a pessoas colectivas na celebração de contratos de prestação de serviços, o que pode implicar uma excessiva e injustificada dependência da Administração Pública relativamente a grandes empresas privadas.”

Ofensiva violenta
O governo insiste nas intenções de aplicar de facto à Administração Pública os princípios da flexigurança, destruir por completo o sistema de carreiras dos trabalhadores e o vínculo público, generalizar o contrato individual de trabalho e a precariedade laboral, introduzir os despedimentos sem justa causa, a arbitrariedade e o compadrio.
A imposição de uma actualização salarial de 2,1%, quando a inflação de 2007 foi de 2,5% e para 2008 diversas instituições, desde o Banco de Portugal à União Europeia, apontam valores claramente superiores, demonstra a total falta de honestidade do Governo, que novamente penaliza o seu poder de compra, já reduzido no últimos sete anos em mais de 10%.
Razões acrescidas na luta
No que particularmente concerne ao universo da Administração Local, os trabalhadores são confrontados:
Com tentativas de aprovação de quadros de pessoal de vínculo privado à margem de qualquer processo negocial
Com a aplicação irracional do SIADAP, sem critérios objectivos, em regra sem ter em conta a razão de ser dos serviços e muitas vezes ultrapassando todos os prazos legais;
Com o congelamento oportunista e ilegal das promoções, falta de regularizações de pessoal contratado, utilização de POC’s e abusos de vários tipos;
Com o desrespeito pelos direitos e pelas condições de segurança, higiene e saúde no trabalho;
Com o anúncio de transferência de novas responsabilidades para o Poder Local, o cerceamento da capacidade de decisão destes e a centralização do poder, face ao silêncio incompreensível da sua associação (ANMP) e a conivência subserviente de autarcas eleitos pelo PS, constituindo um inadmissível ataque ao Poder Local.
Com tentativas diversas para, unilateral e ilegalmente, serem impostos de forma prepotente pretensos «regulamentos» que sonegam o direito de negociação, criam arbitrariedade, desregulamentam de facto as relações laborais e atingem direitos imprescindíveis;
Com o crescimento do processo de empresarialização e privatização de serviços diversos, nos quais importa, para além do combate em defesa dos serviços públicos, garantir os direitos dos trabalhadores, com vínculo público e privado, nomeadamente através da exigência do direito à Contratação Colectiva e da eliminação de discriminações laborais;
Afirmar o protesto, intensificar a luta
A recente substituição de governantes não passou de um exercício de mera propaganda e cosmética governamental para esconder aquilo que se exige mas o Governo PS de José Sócrates não faz: Uma mudança efectiva de política, que respeite os trabalhadores e as populações, que garanta direitos laborais e sociais, que promova uma Administração Pública de qualidade ao serviço de todos.


Quarta-feira, 17 de Outubro de 2007

Um olhar...

Caros amigos,
Estamos a passar tempo difíceis, para toda a população deste País à beira mar plantado. Época de rigor, de aperto do cinto e de boas novas nas palavras dos nossos governantes, mas a realidade é que as mesmas palavras não têm verdade quando fazemos a simples pergunta: Então como vai a tua vida? Fábricas a fechar, o desemprego a aumentar, o pessimismo geral instalado na maioria das pessoas, a evolução galopante de casos de depressão, o aumento da marginalidade, dos crimes e dos impostos, provoca saudades aos mais velhos dos tempos de governo do Salazar. Refiro-me à forma de governar o País apenas.
Salazar, esse homem que nasceu pobre e morreu pobre, não se aproveitou do que era de todos nós, tinha-mos uma das maiores reservas de ouro do mundo, apesar da pouca liberdade de expressão que havia na época.
A entrada do euro foi o início de uma queda em que continua o nosso País, pois com 100 escudos ia ao café e tomava um café e um oitavo de água de castelo, o que hoje em euros me custa 2 vezes mais. Um simples café passou de 50$ para 0,50€(100$). Ao contrário "aumentaram" os nossos vencimentos que se nota que cada vez que vamos fazer as compras à mercearia, que cada vez nos permite trazer menos coisas.
Afinal onde estão os 125 mil postos de trabalho prometidos pelo governo? Onde está a evolução económica do País tanto anunciada por governantes? Porque é que muitas pessoas que se encontram no desemprego não se tentam fazer à vida e trabalhar, deixando de estar a sobreviver à custa de quem trabalha e paga todos os seus impostos? Será que se todos dessem um pouco mais isto não melhorava? Talvez as suas vidas, pois o País vai de mal a pior e muito sinceramente não prevejo melhoras sem que haja uma revolução interna, uma revolução moral, que obrigue os "vira casacas" a abandonarem os seus locais de influência.
Desculpem, mas de momento é o que me vai na alma.
Despeço-me desejando-vos uma boa noite.
Sinto-me: Cansado com o trabalho...

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