Sábado, 14 de Junho de 2014

O Reiki na minha Vida

Caríssimos,

      Muitas vezes as pessoas necessitam de exemplos de vida e/ou vivências para entenderem melhor o que é o Reiki como filosofia de vida, e assim hoje vou partilhar com vocês a minha própria experiência com o Reiki. Desde muito cedo, ainda criança, sentia dentro de mim uma “força” que me impulsionava a ajudar os outros de alguma forma. Enquanto criança e jovem participei em movimentos associativos, fiz muitos trabalhos de grupo (enquanto estudante), fui escuteiro e também bombeiro, este último durante 16 anos.

      Com o decorrer do tempo, arranja-se trabalho, constitui-se família, muda-se de cidade e muitas outras coisas surgem no nosso caminho. Com todas estas coisas, mas principalmente a partir do momento que deixei de ser bombeiro, passado pouco senti que não estava bem. Felizmente não era nenhuma doença, era sim um certo mal-estar dentro de mim mesmo, como se sentisse um vazio dentro de mim, algo que deveria de ser preenchido para me poder sentir “completo”.

      Foi então que, num momento de complexas provações, através da “mão” de um amigo fui levado a uma formação de iniciação ao Reiki. Na verdade, naquele momento desconhecia completamente o que era o Reiki, pois no ano 2000 a informação era extremamente escassa e a internet era algo que ainda não estava tão vulgarizado como nos dias de hoje. Por isso fui literalmente às escuras e sem nenhum tipo de ideias sobre o que era o Reiki, pois até mesmo a pessoa que me levou até ao mestre, também apenas me soube dizer que era uma terapia oriental e que trabalhava com as energias, nada mais.

      Posso dizer que, inesperadamente e sem criar expectativas, fui fazer a formação, a qual gostei bastante. Foi desde esse dia que, como diz o povo, a minha vida deu uma volta, dando inicio a um novo ciclo de vida, uma nova caminhada, uma jornada no universo energético. O Reiki veio preencher “aquele” vazio que sentia dentro de mim, aquela “necessidade” de auxiliar o semelhante, debelando aquele sentimento de mal-estar, que atrás referi, que estava dentro de mim.

      O Reiki fundiu-se comigo transformando-me numa pessoa mais calma, tranquila, sensata, tolerante, amorosa, entre muitas outras coisas que provocaram uma profunda mudança no meu Ser. Ao fundir-se dentro de nós provoca-nos mudanças de dentro para fora, tornando-nos seres mais harmoniosos e integrados com a natureza universal. Claro que todas estas mudanças não se dão apenas e só com a formação de iniciação ao Reiki, é necessário que nós façamos o nosso “trabalho de casa”, mais propriamente a transposição dos 5 princípios do Reiki para a nossa vida quotidiana. No Reiki a regra número 1 é o respeito pelo “livre arbítrio”, seja o nosso ou o do nosso semelhante, por isso as alterações em nós e a capacidade que o mesmo pode exercer no nosso Ser, depende da nossa vontade própria conjugada com as Leis universais, que observam todos os seres de igual forma sem descriminações de nenhum tipo.

      Sejam Luz, sejam Harmonia, sejam Reikianos na sua mais simples e nobre expressão Amor Incondicional.


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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Curso de Iniciação ao Reiki

Caros visitantes e leitores,

         No próximo dia 27 de Dezembro irei realizar o último Curso de Iniciação ao Reiki ou nível 1. O mesmo irá ser realizado em Pinhel, das 10h às 18h aproximadamente. O número máximo de formandos é de oito, para que a qualidade formativa seja mantida. Este curso define-se como “A descoberta e o acordar do curador interior” e é o inicio de uma maravilhosa caminhada com todo o Amor Incondicional em prol do nosso equilíbrio e harmonia, bem como lhes abre a possibilidade de poderem auxiliar o vosso semelhante.

         Para mais informações ou realização da sua pré-inscrição clique aqui.

Saudações Reikianas

NAMASTÉ


Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

JANTAR CONVÍVIO DE PINHELENSES...

Caros amigos, como o prometido é devido aqui vão as fotos do jantar convívio do passado dia 12. Eu não apareço pois estava com a máquina...LOL

 

Sinto-me: Feliz, entre amigos beirões...

Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

Avó Lucília

Avó, sei que já não estás entre nós fisicamente há 8 anos, mas hoje, não sei porquê, entendi fazer-te aqui um pequeno tributo à tua pessoa. Por vezes sinto a falta da tua presença e das tuas palavras sempre meigas e carregadas de um amor incondicional. Quando te ia visitar primavas em ter sempre a casinha arranjadinha, uma comidinha boa e uns docinhos maravilhosos, sim porque eras uma cozinheira de mão cheia. Ainda me recordo de imagens de uma visita de estudo que fiz na escola primária em que foste comigo. Recordo-me bem dos bons e maravilhosos momentos que passámos juntos…tanto na tua casa como na casa dos meus pais. Por vezes gostavas de fazer o papel de mãe mas eu não me importava, pois o amor que nos unia superava tudo. Ficavas aflita quando te levantava no ar na brincadeira contigo, mas sabes que era apenas isso. Lembro-me bem do dia em que quase toda a gente fugiu da tua casa, pois apareceu por lá um roedor cinzento, que após alguns minutos atrás dele, lá o consegui imobilizar com a vassoura. Lembro-me como se fosse hoje do dia em que nasceram as Gémeas, pois eu nesse dia estava deitado na cama do primeiro andar junto à janela, sim aquela cama de ferro encostada à parede entre o quarto e a cozinha. Ó velhos tempos em que o Natal era uma grande festa de família, que saudades tenho dessas maravilhosas festas, mas agora sem ti e com algumas mudanças familiares que se passaram já não é a mesma coisa, nem sequer semelhante. Depois ficas-te com os movimentos presos mas nunca te abandonaram. Recebes-te todo o carinho, ternura, afecto e amor que merecias enquanto estive entre nós. Ainda me recordo quando chegava a casa e te levava farturas que tu tanto gostavas e eu ficava feliz por te ver assim. Quando o meu filho nasceu lembrei-me de ti e do quanto tu ias gostar de o poder ver, mas eu sei que estás comigo pois por vezes sinto a tua presença. Podia dizer imensas coisas mais que me estão guardadas na memória mas já não consigo dizer mais pois a emoção e as lágrimas tomaram conta de mim. Esteja onde estiver, quero que saiba que me deixou uma profunda marca no coração.


Segunda-feira, 24 de Março de 2008

JANTAR CONVÍVIO DE PINHELENSES...

  
    No próximo dia 12 de Abril, na “Churrasqueira Beirã” irá realizar-se, pelas 19:30h, mais um jantar convívio dos Pinhelenses. A ementa será a seguinte:
Pão, manteiga e alguns aperitivos;
Bacalhau com Natas ou Bifinhos com cogumelos;
Doce ou fruta;
Águas e Sumos de 1,5l;
Vinho da Casa e o respectivo café para terminar.
Aguardo as vossas confirmações até ao final do corrente mês.
Termino informando que o acima referido tem um custo de 12€ por pessoa e desejando um bom dia a todos os conterrâneos e leitores.

Quarta-feira, 19 de Março de 2008

DIA DO PAI

Querido PAI,

hoje é o teu dia, e estou muito feliz por tal. Hoje és recordado no meu coração com mais intensidade, amor, carinho e admiração.

Quero expressar aqui públicamente o meu Amor que tenho por ti e agradecer tudo o que por mim tens feito.

Um Enorme Abraço Para Ti PAI.


Quarta-feira, 5 de Março de 2008

Bandeira Nacional Portuguesa

Descrição Heráldica e Considerações Históricas
Os símbolos da Pátria são: a Bandeira Nacional, o Hino Nacional e o Chefe de Estado.
A Bandeira Nacional representa as lutas da fundação, a independência e restauração de Portugal e os descobrimentos marítimos.
No reinado de D. Afonso Henriques a Bandeira era branca com uma cruz azul larga ao centro, simbolizando o emblema do cruzado e o azul, a cor principal das armas da Casa de Borgonha.
Sofrendo várias alterações ao longo dos vários reinados, a Bandeira Nacional com a Implantação da República passa a ser verde e vermelha, sendo composta por um rectângulo de pano cuja altura é igual a dois terços da largura.
É dividida em duas partes, na vertical, sendo a parte que fica junto à haste de cor verde, ocupando dois quintos da superfície e a outra parte de cor vermelha, ocupando três quintos.
Simbologia
Cor VerdeRepresenta a esperança em melhores dias de prosperidade e bem-estar e também os campos verdejantes.
Cor VermelhaRepresenta o valor e o sangue derramado nas conquistas, nas descobertas, na defesa e no engrandecimento da Pátria.
Esfera Armilar- Situa-se no centro da divisão das duas faixas, simbolizando as viagens dos navegadores portugueses pelo Mundo, nos séculos XV e XVI.
Armas de Portugal- Assentam sobre a esfera armilar, sendo compostas por um escudo maior com outro mais pequeno brocante, simbolizando o escudo, a arma de defesa utilizada pelos nossos antepassados nos combates.
Escudo Maior- É vermelho e à sua volta estão representados sete castelos que representam as cidades fortificadas que D. Afonso III tomou aos mouros.
Escudo Pequeno- É branco e encerra cinco escudetes azuis pequenos, fazendo alusão às cinco chagas de Jesus Cristo. Cada um desses escudos contêm cinco besantes de prata que contando duas vezes os da quina do meio, recordam os trinta dinheiros pelos quais Judas vendeu Jesus Cristo e simbolizam o poder régio de cunhar moeda.
Autores da Bandeira Republicana

Columbano, João Chagas e Abel Botelho.

 


Hino Nacional

A Portuguesa
Heróis do mar, nobre povo, Nação valente, imortal, Levantai hoje de novo O esplendor de Portugal!
Entre as brumas da memória, Ó Pátria sente-se a voz Dos teus egrégios avós, Que há-de guiar-te à vitória!
Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas! Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Desfralda a invicta Bandeira, À luz viva do teu céu! Brade a Europa à terra inteira: Portugal não pereceu
Beija o solo teu jucundo O Oceano, a rugir d'amor, E teu braço vencedor Deu mundos novos ao Mundo!
Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas! Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
Saudai o Sol que desponta Sobre um ridente porvir; Seja o eco de uma afronta O sinal do ressurgir.
Raios dessa aurora forte São como beijos de mãe, Que nos guardam, nos sustêm, Contra as injúrias da sorte.
Às armas, às armas! Sobre a terra, sobre o mar,
Às armas, às armas! Pela Pátria lutar
Contra os canhões marchar, marchar!
 
Música: Alfredo Keil

Letra: Henrique Lopes de Mendonça


Terça-feira, 4 de Março de 2008

Jantar Convívio dos Pinhelenses

  
    No próximo dia 12 de Abril, na “Churrasqueira Beirã” irá realizar-se, pelas 19:30h, mais um jantar convívio dos Pinhelenses. A ementa será a seguinte:
Pão, manteiga e alguns aperitivos;
Bacalhau com Natas ou Bifinhos com cogumelos;
Doce ou fruta;
Águas e Sumos de 1,5l;
Vinho da Casa e o respectivo café para terminar.
Aguardo as vossas confirmações até ao final do corrente mês.
Termino informando que o acima referido tem um custo de 12€ por pessoa e desejando um bom dia a todos os conterrâneos e leitores.

Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008

Castelo de Pinhel

Fortificação da raia beirã com o reino de Leão em tempos medievais, ergue-se em posição dominante na serra da Marofa, à margem esquerda do rio Côa. O Castelo de Pinhel, juntamente com o Pelourinho de Pinhel, são os "ex-libris", os símbolos da Cidade-Falcão.

A primitiva ocupação humana de seu sítio remonta a um castro pré-histórico, atribuído ora aos Túrdulos em 500 a.C., ora aos Lusitanos, posteriormente romanizado, quando passou a vigiar a estrada romana que cruzava a região da actual Pinhel. Após a queda do Império Romano do Ocidente, essa modesta fortificação mergulhou na obscuridade.

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, com a afirmação da nacionalidade portuguesa, D. Afonso Henriques (1112-1185) procedeu ao repovoamento e reforço das defesas de Pinhel. O seu sucessor, D. Sancho I (1185-1211) deu prosseguimento a essa tarefa, outorgando Carta de Foral a Pinhel (1189 segundo alguns, 1209 segundo outros), de quando datará o início da construção do castelo medieval, concluído sob o reinado de D. Afonso II (1211-1223), que lhe passou novo foral em 1217.

Integrante do território de Ribacôa, disputado ao reino de Leão por D. Dinis (1279-1325), a sua posse definitiva para Portugal foi assegurada pelo Tratado de Alcanices (1297). O soberano, a partir de então, procurou consolidar-lhe as fronteiras, fazendo reedificar o Castelo de Alfaiates, o Castelo de Almeida, o Castelo Bom, o Castelo Melhor, o Castelo Mendo, o Castelo Rodrigo, o Castelo de Pinhel, o Castelo do Sabugal e o Castelo de Vilar Maior.

Desta forma, nas palavras do cronista, o soberano fez Pinhel e o seu castelo (Rui de Pina, Crónica de D. Dinis). Na realidade, o castelo foi ampliado, adquirindo em 1282 o principal de suas actuais feições, com seis torres e cerca envolvendo a antiga vila.

Quando da eclosão da crise de 1383-1385, a vila tomou partido pelo Mestre de Avis, sendo por essa razão uma das primeiras a ser tomada na Primavera de 1385, quando as tropas castelhanas, invadindo Portugal, atravessaram a Beira Alta de Almeida a Viseu, vindo a ser derrotadas no seu regresso, em Trancoso. Cerca de dois meses mais tarde, em Julho, contemplou a passagem das tropas castelhanas sob o comando de D. João I de Castela rumo à batalha de Aljubarrota.

Posteriormente, em 1396 e 1398, quando se repetiram as invasões castelhanas pelas terras da Beira, a região e seu castelo mantiveram-se em alerta. Os anos em estado de beligerância acarretaram o abandono dos campos e consequente crise económica, agravados em meados do século XV pelo assalto e saque da vila e arredores por D. Gonçalo Coutinho, um senhor da terra, por razões do campo da honra.

Sob o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), a vila recebeu o Foral Novo (1510), época em que o soberano procedeu a obras de remodelação das defesas e do castelo.

No contexto da Guerra da Restauração, na segunda metade do século XVII, as defesas do castelo foram modernizadas, quando recebeu um reduto defensivo, adaptado aos então modernos tiros da artilharia. Pinhel constituiu-se, à época, no centro da defesa da região, comandando as fortificações da Ribeira de Massueime, o Castelo de Alverca, as defesas da Atalaia, do Bogalhal, de Cidadelhe, de Póvoa de El-Rei, de Castro das Gouveias, além das atalaias do Carvalhal e da Granja.

Posteriormente, durante o reinado de D. José I (1750-1777), a 25 de Agosto de 1770, Pinhel foi elevada a cidade.

No início do século XIX, quando da Guerra Peninsular, a vila e seu castelo foram ocupadas pelas tropas napoleónicas sob o comando do general Loisson (1810).

Em meados do século XX, o castelo foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 2 de Maio de 1950.

Mais recentemente (Agosto de 1999), foram iniciadas obras de revitalização sob a orientação do IPPAR, tendo-se registrado problemas de infiltrações de águas pluviais nas torres em 2002. Com a solução do problema, o castelo recebeu, em 2005, o primeiro miradouro virtual da Europa, com projecto e implantação a cargo da empresa de tecnologias YDreams, ao custo de 100 mil Euros.

Erguido na cota de 600 metros acima do nível do mar, este castelo urbano apresenta planta no formato oval, com a muralha envolvendo a colina e o centro histórico. Esta muralha, em aparelho de granito, era reforçada originalmente por seis torres de planta quadrada (das quais restam apenas duas) às quais correspondiam igual número de portas: a Porta de Santiago, em arco pleno, a da Vila, a de São João, a do Marrocos, a de Alvacar e a de Marialva.

No interior da praça de armas erguem-se duas torres ameadas, a mais elevada, a Leste, é a Torre de Menagem, obra de D. Dinis, reformada por D. Manuel I. Apresenta gárgulas salientes, balcões sustentados por mísulas, com sistema de matacães, portas em arco quebrado, seteiras cruciformes, merlões retangulares. Sob estes foram rasgadas janelas, uma das quais é geminada e ostenta decoração naturalista em verga manuelina. O interior da torre apresenta um salão coberto por uma abóbada nervurada, obra também pertinente ao reinado de D. Manuel I. A outra torre, a Oeste, de planta quadrada, foi utilizada, no passado, como prisão, conservando uma janela ogival dessa época.

Três cisternas, dentro da cidadela, junto à Porta da Vila e à Porta de Santiago, garantiam o abastecimento de água potável.

wikipédia


Publicado por Viktor às 16:26
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Sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007

FELIZ NATAL...

Natal - Orkut Recados
SÃO OS VOTOS QUE DEIXO A TODOS OS AMIGOS, LEITORES E VISITANTES.

Quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007

Este ano não vai haver presépio!...

Lamentamos mas:

- Os Reis Magos lançaram uma OPA sobre a manjedoura e esta foi retirada do estábulo até decisão governamental ;

 

- Os camelos estão no governo;

 

- Os cordeirinhos estão tão magros e tão feios que não podem ser exibidos;

 

- A vaca está louca e não se segura nas patas;

 

- O burro está na Escola Básica a dar aulas de substituição;

 

- Nossa Senhora e São José foram chamados à Escola Básica para avaliar o burro;

 

- A estrelinha de Belém perdeu o brilho porque o Menino Jesus não tem tempo para olhar para ela;

- O Menino Jesus está no Politeama em actividades de enriquecimento curricular e o tribunal de Coimbra ordenou a sua entrega imediata ao pai biológico;

- A ASAE fechou  temporariamente o estábulo pela falta da manjedoura e, sobretudo, até serem corrigidas as péssimas  condições higiénicas do estábulo, de acordo com as normas da UE.

Sinto-me: Bem...

Sábado, 29 de Setembro de 2007

Cidades com História

O Castelo de Pinhel localiza-se na cidade, freguesia e Concelho de mesmo nome, no Distrito da Guarda, em Portugal.

Fortificação da raia beirã com o reino de Leão em tempos medievais, ergue-se em posição dominante na serra da Marofa, à margem esquerda do rio Côa. A cidade é carinhosamente apelidada de “cidade-falcão”, devido a este altaneiro castelo.

A primitiva ocupação humana de seu sítio remonta a um castro pré-histórico, atribuído ora aos Túrdulos em 500 a.C., ora aos Lusitanos, posteriormente romanizado, quando passou a vigiar a estrada romana que cruzava a região da actual Pinhel. Após a queda do Império Romano do Ocidente, essa modesta fortificação mergulhou na obscuridade.

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, com a afirmação da nacionalidade portuguesa, D. Afonso Henriques (1112-1185) procedeu ao repovoamento e reforço das defesas de Pinhel. O seu sucessor, D. Sancho I (1185-1211) deu prosseguimento a essa tarefa, outorgando Carta de Foral a Pinhel (1189 segundo alguns, 1209 segundo outros), de quando datará o início da construção do castelo medieval, concluído sob o reinado de D. Afonso II (1211-1223), que lhe passou novo foral em 1217.

Integrante do território de Ribacôa, disputado ao reino de Leão por D. Dinis (1279-1325), a sua posse definitiva para Portugal foi assegurada pelo Tratado de Alcanices (1297). O soberano, a partir de então, procurou consolidar-lhe as fronteiras, fazendo reedificar o Castelo de Alfaiates, o Castelo de Almeida, o Castelo Bom, o Castelo Melhor, o Castelo Mendo, o Castelo Rodrigo, o Castelo de Pinhel, o Castelo do Sabugal e o Castelo de Vilar Maior.

Desta forma, nas palavras do cronista, o soberano fez Pinhel e o seu castelo (Rui de Pina, Crónica de D. Dinis). Na realidade, o castelo foi ampliado, adquirindo em 1282 o principal de suas actuais feições, com seis torres e cerca envolvendo a antiga vila.

Quando da eclosão da crise de 1383-1385, a vila tomou partido pelo Mestre de Avis, sendo por essa razão uma das primeiras a ser tomada na Primavera de 1385, quando as tropas castelhanas, invadindo Portugal, atravessaram a Beira Alta de Almeida a Viseu, vindo a ser derrotadas no seu regresso, em Trancoso. Cerca de dois meses mais tarde, em Julho, contemplou a passagem das tropas castelhanas sob o comando de D. João I de Castela rumo à batalha de Aljubarrota.

Posteriormente, em 1396 e 1398, quando se repetiram as invasões castelhanas pelas terras da Beira, a região e seu castelo mantiveram-se em alerta. Os anos em estado de beligerância acarretaram o abandono dos campos e consequente crise económica, agravados em meados do século XV pelo assalto e saque da vila e arredores por D. Gonçalo Coutinho, um senhor da terra, por razões do campo da honra.

Sob o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), a vila recebeu o Foral Novo (1510), época em que o soberano procedeu a obras de remodelação das defesas e do castelo.

No contexto da Guerra da Restauração, na segunda metade do século XVII, as defesas do castelo foram modernizadas, quando recebeu um reduto defensivo, adaptado aos então modernos tiros da artilharia. Pinhel constituiu-se, à época, no centro da defesa da região, comandando as fortificações da Ribeira de Massueime, o Castelo de Alverca, as defesas da Atalaia, do Bogalhal, de Cidadelhe, de Póvoa d’El Rei, de Castro das Gouveias, além das atalaias do Carvalhal e da Granja.

Posteriormente, durante o reinado de D. José I (1750-1777), a 25 de Agosto de 1770, Pinhel foi elevada a cidade.

No início do século XIX, quando da Guerra Peninsular, a vila e seu castelo foram ocupadas pelas tropas napoleónicas sob o comando do general Loisson (1810).

Em meados do século XX, o castelo foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 2 de Maio de 1950.

Mais recentemente (Agosto de 1999), foram iniciadas obras de revitalização sob a orientação do IPPAR, tendo-se registrado problemas de infiltrações de águas pluviais nas torres em 2002. Com a solução do problema, o castelo recebeu, em 2005, o primeiro miradouro virtual da Europa, com projecto e implantação a cargo da empresa de tecnologias YDreams, ao custo de 100 mil Euros.

Erguido na cota de 600 metros acima do nível do mar, este castelo urbano apresenta planta no formato oval, com a muralha envolvendo a colina e o centro histórico. Esta muralha, em aparelho de granito, era reforçada originalmente por seis torres de planta quadrada (das quais restam apenas duas) às quais correspondiam igual número de portas: a Porta de Santiago, em arco pleno, a da Vila, a de São João, a do Marrocos, a de Alvacar e a de Marialva.

No interior da praça de armas erguem-se duas torres ameadas, a mais elevada, a Leste, é a Torre de Menagem, obra de D. Dinis, reformada por D. Manuel I. Apresenta gárgulas salientes, balcões sustentados por mísulas, com sistema de matacães, portas em arco quebrado, seteiras cruciformes, merlões retangulares. Sob estes foram rasgadas janelas, uma das quais é geminada e ostenta decoração naturalista em verga manuelina. O interior da torre apresenta um salão coberto por uma abóbada nervurada, obra também pertinente ao reinado de D. Manuel I. A outra torre, a Oeste, de planta quadrada, foi utilizada, no passado, como prisão, conservando uma janela ogival dessa época.

Três cisternas, dentro da cidadela, junto à Porta da Vila e à Porta de Santiago, garantiam o abastecimento de água potável.

Fonte: Wikipédia


Publicado por Viktor às 16:30
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Pinhelenses Ilustres

José Joaquim Gomes Canotilho (n. Pinhel, 15 de Agosto de 1941) é um jurista e professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, e professor visitante da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. É licenciado e doutor em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

É considerado por muitos como um dos nomes mais relevantes do direito constitucional da actualidade.

Foi distinguido com o Prémio Pessoa em 2003 e com a Comenda da Ordem da Liberdade em 2004.

Bibliografia

  • Direito Constitucional e Teoria da Constituição
  • A Responsabilidade do Estado por Actos Lícitos
  • Constituição, Dirigente e Vinculação do Legislador
  • Direito da Propriedade e Defesa do Ambiente e Direitos Fundamentais
  • Constituição da República Portuguesa Anotada (com Vital Moreira). 4.ª ed., revista, vol I, Coimbra, Coimbra Editora, 2007. ISBN 978-972-32-1462-8.
Fonte: Wikipédia

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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

Aquilino Ribeiro - História

Aquilino Ribeiro nasceu numa pequena aldeia da Beira Alta, Carregal de Tabosa, que se torna conhecida porque um grande escritor aí viu a luz do sol pela primeira vez, deu os primeiros vagidos, em 10 de Setembro 1885 e vem a falecer em Lisboa a 27.05.1963, como ele disse ‘de enxada na mão como os seus conterrâneos’ (como é evidente, a sua enxada era a pena que por vezes cava bem fundo!). Será um infeliz, ou um felizardo a quem o destino reserva uma vida boa? Decerto esta questão universal passou pelas mentes dos que rodeavam o bebé que mais tarde haveria de fazer parte daquele grande lote de escritores nascidos no século XIX tais como Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco, Antero de Quental, António Feliciano de Castilho (um grande rol de intelectuais a empurrar Portugal que, no entanto não tinha concerto), que funda em 1956 a Sociedade dos Escritores, que pertenceu à Carbonária, que lutou pela liberdade, o que lhe custou a prisão (preso no presídio de Viseu, donde se evadiu para Paris, por ter participado na Revolução de Pinhel) e o exilo e que nos deliciou com a sua riqueza de material linguístico e variedade de recursos, com a sua ficção contemporânea de mestre incontestado nos seus livros como ‘Jardim das Tormentas’ (1913), ‘Estrada de Santiago’ (1922), ‘O Malhadinhas’ (1949), quase 70 (69) obras sendo uma delas,  ‘O Livro da Marianinha’ (1922), um livro de poemas infantil dedicado à sua neta, sem esquecer  ‘Terras do Demo’ (1919) e ‘Quando os lobos uivam’, este último clara referência ao regime Salazarista, que também o persegue, onde ataca o governo.
Os restos do grande Homem vão ser, por decreto recente, proposta apresentada por Jaime Gama e aprovada por unanimidade, transladados para o Panteão Nacional, indo esta 10ª figura pública que vai ali a descansar para sempre fazer companhia a outros grandes portugueses como Almeida Garett (que teve a ideia da construção daquele mausoléu, que demorou 284 anos a construir – obras de Santa Engrácia que nunca mais se acabavam!), João de Deus, Humberto Delgado, Teófilo de Braga, Óscar Carmona, Sidónio Pais, Amália Rodrigues…
A notícia despoletou e as oposições também “Aquilino Ribeiro é um assassino, não pode ser exposta a memória de um regicida à admiração dos Portugueses pois é um péssimo exemplo para os vindouros!”
Após o ‘Regicídio’, em que cinco militantes da Maçonaria esperavam no dia 1 de Fevereiro de 1908 o coche real, tendo o Buiça e o Costa ferido de morte o trigésimo segundo rei de Portugal D. Carlos I e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe. Aquilino diz em certo texto a certa altura “Invisível, mas estava lá, eu fiz parte do regicídio.”
Este homem, preparador de atentados bombistas, frequentador do Chiado e jornalista, é para os oposicionistas alguém que não deve ser lembrado.
 Não está provado que tivesse feito parte de tão hediondo acto. Não será porventura uma declaração pejada de ironia, aludindo às sua farpas contra o regime que tinham por móbil fazê-lo reagir de forma que Portugal andasse para a frente, de modo nenhum para que se tomassem tais medidas extremas que veladamente reprova?
 E daí? os assassinos percebem que para haver progresso ‘era morte ao tirano’. Afinal D. Carlos foi um rei excepcional que queria fazer avançar Portugal, um diplomata exímio que conseguiu a visita de grande número de chefes de estado, para se poder relacionar, para poder desenvolver o país…
Criticar o governo não é crime, é estímulo! Crime é visar o homem, disparar e matar…
Fonte

Terça-feira, 4 de Setembro de 2007

Pinhel: Incêndio destruiu fábrica têxtil durante a madrugada


Um incêndio destruiu por completo uma fábrica têxtil em Pinhel, distrito da Guarda, na madrugada de hoje, sem provocar feridos, disse à agência Lusa fonte do Centro Distrital de Operações de Socorro.

As chamas eclodiram cerca das 23:00 horas de sexta-feira, tendo sido dadas como extintas esta manhã, às 08:30, segundo a mesma fonte.

O fogo foi combatido por 56 bombeiros de seis corporações, apoiados por 15 viaturas.

Diário Digital / Lusa

01-09-2007 11:52:33


Publicado por Viktor às 01:15
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