Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

VI Festival de Jazz de Albufeira

No Auditório Municipal de Albufeira, nos dias 11, 12 e 13 de Setembro de 2008, pelas 22H00, com a seguinte programação:


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Terça-feira, 9 de Outubro de 2007

Religião: Vaticano lança edição inédita sobre processo condenatório da Ordem dos Templários

Lisboa, 08 Out (Lusa) - O Vaticano vai lançar uma edição inédita sobre os Templários, que reúne actas completas do arquivo secreto sobre o processo condenatório dos cavaleiros da ordem religiosa e militar medieval que ajudou os portugueses na luta contra os mouros.

A obra, "Processo contra os Templários", será apresentada a 25 de Outubro e está limitada a 799 exemplares, divulgou hoje a agência noticiosa católica Ecclesia.

O livro, que faz parte da série "Exemplaria Praetiosa", a publicação mais valiosa do Arquivo Secreto do Vaticano, reproduz fidedignamente os originais em pergaminho das actas completas do antigo processo de condenação dos Cavaleiros do Templo, acusados de heresia e blasfémia.

Fundada em Jerusalém em 1118, por nove cavaleiros franceses, a Ordem dos Templários visava a defesa dos interesses e a protecção dos peregrinos cristãos na Terra Santa durante as Cruzadas, tendo beneficiado posteriormente de várias doações de terras na Europa, que lhe permitiram estabelecer uma rede de influências no Velho Continente.

Na sequência do processo condenatório, a Ordem foi extinta, em 1312, pelo Papa Clemente V.

Em Portugal, os Templários ajudaram, nos séculos XII e XIII, nas batalhas contra os muçulmanos, nomeadamente na conquista de Santarém pelo rei D. Afonso Henriques, tendo recebido como recompensa extensas propriedades e poder político.

Quando foi extinta em vários países da Europa, o rei D. Dinis conseguiu transferir as suas propriedades, incluindo castelos, e os privilégios dos Templários para a Ordem de Cristo, criada em 1319.

A cruz da Ordem de Cristo, usada como símbolo nas caravelas e naus durante os Descobrimentos portugueses, ainda hoje adorna a bandeira do Governo Regional da Madeira.

ER.

Lusa/Fim


Domingo, 30 de Setembro de 2007

CIDADES COM HISTÓRIA

Albufeira é uma cidade portuguesa pertencente ao Distrito de Faro, região e subregião do Algarve, com cerca de 19 500 habitantes. O topónimo Albufeira provém da denominação árabe "al-Buhera" que significa "castelo do mar".
Albufeira é sede de um município com 140,91 km² de área e 35.281 habitantes (2004), subdividido em 5 freguesias. O município é limitado a noroeste pelo município de Silves, a nordeste por Loulé, e a sul tem uma costa ampla para o Oceano Atlântico.


As freguesias de Albufeira são as seguintes:

A partir de meados do século XIX verificou-se um desenvolvimento da economia graças à actividade piscatória.

Nas primeiras décadas do século XX registou-se um aumento acentuado da exportação de peixe e de frutos secos. A vila tinha, então, cinco fábricas que empregavam 700 a 800 pessoas, sobretudo mulheres de pescadores. Porém, da década de 1930 à década de 1950, registaram-se tempos de decadência, as armações de pesca arruinaram-se, as fábricas fecharam, as embarcações desapareceram e muitas casas foram abandonadas. A população ficou reduzida à metade e a pesca tornou-se novamente numa actividade de subsistência.

No início da década de 1960, assistiu-se ao despertar de Albufeira para o fenómeno turístico, quando foi procurada por turistas nacionais, mas foi sobretudo com os ingleses que prosperou.

Na década de 1980, verificou-se um enorme surto urbanístico, tendo a cidade crescido para nascente, local para onde se transferiu a maior parte dos serviços administrativos, incluindo a Câmara Municipal.

Albufeirenses famosos são:

Festas anuais:

Praias


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Sábado, 29 de Setembro de 2007

Cidades com História

O Castelo de Pinhel localiza-se na cidade, freguesia e Concelho de mesmo nome, no Distrito da Guarda, em Portugal.

Fortificação da raia beirã com o reino de Leão em tempos medievais, ergue-se em posição dominante na serra da Marofa, à margem esquerda do rio Côa. A cidade é carinhosamente apelidada de “cidade-falcão”, devido a este altaneiro castelo.

A primitiva ocupação humana de seu sítio remonta a um castro pré-histórico, atribuído ora aos Túrdulos em 500 a.C., ora aos Lusitanos, posteriormente romanizado, quando passou a vigiar a estrada romana que cruzava a região da actual Pinhel. Após a queda do Império Romano do Ocidente, essa modesta fortificação mergulhou na obscuridade.

À época da Reconquista cristã da península Ibérica, com a afirmação da nacionalidade portuguesa, D. Afonso Henriques (1112-1185) procedeu ao repovoamento e reforço das defesas de Pinhel. O seu sucessor, D. Sancho I (1185-1211) deu prosseguimento a essa tarefa, outorgando Carta de Foral a Pinhel (1189 segundo alguns, 1209 segundo outros), de quando datará o início da construção do castelo medieval, concluído sob o reinado de D. Afonso II (1211-1223), que lhe passou novo foral em 1217.

Integrante do território de Ribacôa, disputado ao reino de Leão por D. Dinis (1279-1325), a sua posse definitiva para Portugal foi assegurada pelo Tratado de Alcanices (1297). O soberano, a partir de então, procurou consolidar-lhe as fronteiras, fazendo reedificar o Castelo de Alfaiates, o Castelo de Almeida, o Castelo Bom, o Castelo Melhor, o Castelo Mendo, o Castelo Rodrigo, o Castelo de Pinhel, o Castelo do Sabugal e o Castelo de Vilar Maior.

Desta forma, nas palavras do cronista, o soberano fez Pinhel e o seu castelo (Rui de Pina, Crónica de D. Dinis). Na realidade, o castelo foi ampliado, adquirindo em 1282 o principal de suas actuais feições, com seis torres e cerca envolvendo a antiga vila.

Quando da eclosão da crise de 1383-1385, a vila tomou partido pelo Mestre de Avis, sendo por essa razão uma das primeiras a ser tomada na Primavera de 1385, quando as tropas castelhanas, invadindo Portugal, atravessaram a Beira Alta de Almeida a Viseu, vindo a ser derrotadas no seu regresso, em Trancoso. Cerca de dois meses mais tarde, em Julho, contemplou a passagem das tropas castelhanas sob o comando de D. João I de Castela rumo à batalha de Aljubarrota.

Posteriormente, em 1396 e 1398, quando se repetiram as invasões castelhanas pelas terras da Beira, a região e seu castelo mantiveram-se em alerta. Os anos em estado de beligerância acarretaram o abandono dos campos e consequente crise económica, agravados em meados do século XV pelo assalto e saque da vila e arredores por D. Gonçalo Coutinho, um senhor da terra, por razões do campo da honra.

Sob o reinado de Manuel I de Portugal (1495-1521), a vila recebeu o Foral Novo (1510), época em que o soberano procedeu a obras de remodelação das defesas e do castelo.

No contexto da Guerra da Restauração, na segunda metade do século XVII, as defesas do castelo foram modernizadas, quando recebeu um reduto defensivo, adaptado aos então modernos tiros da artilharia. Pinhel constituiu-se, à época, no centro da defesa da região, comandando as fortificações da Ribeira de Massueime, o Castelo de Alverca, as defesas da Atalaia, do Bogalhal, de Cidadelhe, de Póvoa d’El Rei, de Castro das Gouveias, além das atalaias do Carvalhal e da Granja.

Posteriormente, durante o reinado de D. José I (1750-1777), a 25 de Agosto de 1770, Pinhel foi elevada a cidade.

No início do século XIX, quando da Guerra Peninsular, a vila e seu castelo foram ocupadas pelas tropas napoleónicas sob o comando do general Loisson (1810).

Em meados do século XX, o castelo foi classificado como Monumento Nacional por Decreto publicado em 2 de Maio de 1950.

Mais recentemente (Agosto de 1999), foram iniciadas obras de revitalização sob a orientação do IPPAR, tendo-se registrado problemas de infiltrações de águas pluviais nas torres em 2002. Com a solução do problema, o castelo recebeu, em 2005, o primeiro miradouro virtual da Europa, com projecto e implantação a cargo da empresa de tecnologias YDreams, ao custo de 100 mil Euros.

Erguido na cota de 600 metros acima do nível do mar, este castelo urbano apresenta planta no formato oval, com a muralha envolvendo a colina e o centro histórico. Esta muralha, em aparelho de granito, era reforçada originalmente por seis torres de planta quadrada (das quais restam apenas duas) às quais correspondiam igual número de portas: a Porta de Santiago, em arco pleno, a da Vila, a de São João, a do Marrocos, a de Alvacar e a de Marialva.

No interior da praça de armas erguem-se duas torres ameadas, a mais elevada, a Leste, é a Torre de Menagem, obra de D. Dinis, reformada por D. Manuel I. Apresenta gárgulas salientes, balcões sustentados por mísulas, com sistema de matacães, portas em arco quebrado, seteiras cruciformes, merlões retangulares. Sob estes foram rasgadas janelas, uma das quais é geminada e ostenta decoração naturalista em verga manuelina. O interior da torre apresenta um salão coberto por uma abóbada nervurada, obra também pertinente ao reinado de D. Manuel I. A outra torre, a Oeste, de planta quadrada, foi utilizada, no passado, como prisão, conservando uma janela ogival dessa época.

Três cisternas, dentro da cidadela, junto à Porta da Vila e à Porta de Santiago, garantiam o abastecimento de água potável.

Fonte: Wikipédia


Publicado por Viktor às 16:30
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Pinhelenses Ilustres

José Joaquim Gomes Canotilho (n. Pinhel, 15 de Agosto de 1941) é um jurista e professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, e professor visitante da Faculdade de Direito da Universidade de Macau. É licenciado e doutor em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra.

É considerado por muitos como um dos nomes mais relevantes do direito constitucional da actualidade.

Foi distinguido com o Prémio Pessoa em 2003 e com a Comenda da Ordem da Liberdade em 2004.

Bibliografia

  • Direito Constitucional e Teoria da Constituição
  • A Responsabilidade do Estado por Actos Lícitos
  • Constituição, Dirigente e Vinculação do Legislador
  • Direito da Propriedade e Defesa do Ambiente e Direitos Fundamentais
  • Constituição da República Portuguesa Anotada (com Vital Moreira). 4.ª ed., revista, vol I, Coimbra, Coimbra Editora, 2007. ISBN 978-972-32-1462-8.
Fonte: Wikipédia

Publicado por Viktor às 08:00
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Sexta-feira, 28 de Setembro de 2007

Aquilino Ribeiro - História

Aquilino Ribeiro nasceu numa pequena aldeia da Beira Alta, Carregal de Tabosa, que se torna conhecida porque um grande escritor aí viu a luz do sol pela primeira vez, deu os primeiros vagidos, em 10 de Setembro 1885 e vem a falecer em Lisboa a 27.05.1963, como ele disse ‘de enxada na mão como os seus conterrâneos’ (como é evidente, a sua enxada era a pena que por vezes cava bem fundo!). Será um infeliz, ou um felizardo a quem o destino reserva uma vida boa? Decerto esta questão universal passou pelas mentes dos que rodeavam o bebé que mais tarde haveria de fazer parte daquele grande lote de escritores nascidos no século XIX tais como Eça de Queirós, Camilo Castelo Branco, Antero de Quental, António Feliciano de Castilho (um grande rol de intelectuais a empurrar Portugal que, no entanto não tinha concerto), que funda em 1956 a Sociedade dos Escritores, que pertenceu à Carbonária, que lutou pela liberdade, o que lhe custou a prisão (preso no presídio de Viseu, donde se evadiu para Paris, por ter participado na Revolução de Pinhel) e o exilo e que nos deliciou com a sua riqueza de material linguístico e variedade de recursos, com a sua ficção contemporânea de mestre incontestado nos seus livros como ‘Jardim das Tormentas’ (1913), ‘Estrada de Santiago’ (1922), ‘O Malhadinhas’ (1949), quase 70 (69) obras sendo uma delas,  ‘O Livro da Marianinha’ (1922), um livro de poemas infantil dedicado à sua neta, sem esquecer  ‘Terras do Demo’ (1919) e ‘Quando os lobos uivam’, este último clara referência ao regime Salazarista, que também o persegue, onde ataca o governo.
Os restos do grande Homem vão ser, por decreto recente, proposta apresentada por Jaime Gama e aprovada por unanimidade, transladados para o Panteão Nacional, indo esta 10ª figura pública que vai ali a descansar para sempre fazer companhia a outros grandes portugueses como Almeida Garett (que teve a ideia da construção daquele mausoléu, que demorou 284 anos a construir – obras de Santa Engrácia que nunca mais se acabavam!), João de Deus, Humberto Delgado, Teófilo de Braga, Óscar Carmona, Sidónio Pais, Amália Rodrigues…
A notícia despoletou e as oposições também “Aquilino Ribeiro é um assassino, não pode ser exposta a memória de um regicida à admiração dos Portugueses pois é um péssimo exemplo para os vindouros!”
Após o ‘Regicídio’, em que cinco militantes da Maçonaria esperavam no dia 1 de Fevereiro de 1908 o coche real, tendo o Buiça e o Costa ferido de morte o trigésimo segundo rei de Portugal D. Carlos I e o príncipe herdeiro D. Luís Filipe. Aquilino diz em certo texto a certa altura “Invisível, mas estava lá, eu fiz parte do regicídio.”
Este homem, preparador de atentados bombistas, frequentador do Chiado e jornalista, é para os oposicionistas alguém que não deve ser lembrado.
 Não está provado que tivesse feito parte de tão hediondo acto. Não será porventura uma declaração pejada de ironia, aludindo às sua farpas contra o regime que tinham por móbil fazê-lo reagir de forma que Portugal andasse para a frente, de modo nenhum para que se tomassem tais medidas extremas que veladamente reprova?
 E daí? os assassinos percebem que para haver progresso ‘era morte ao tirano’. Afinal D. Carlos foi um rei excepcional que queria fazer avançar Portugal, um diplomata exímio que conseguiu a visita de grande número de chefes de estado, para se poder relacionar, para poder desenvolver o país…
Criticar o governo não é crime, é estímulo! Crime é visar o homem, disparar e matar…
Fonte

Domingo, 23 de Setembro de 2007

Coro das Almas do Cardeal

Dar a teta a uma criança,
ou dar a teta a um bispo
é como entrar numa dança
em que o corpo não descansa
porque o velho não amansa
e eu mais que a teta não dispo.

E se o bispo é cardeal
e o cardeal é regente?
Dar o peito não faz mal
dar o corpo é natural
pois quem manda em Portugal
mama na teta da gente.

Porém deitada na cama
não sou dele nem de ninguém.
Mesmo se o velho me chama
mão me importo de ser ama
se quem a carne me mama
me rói os ossos também.
António Lobo Antunes

Publicado por Viktor às 23:22
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Quinta-feira, 20 de Setembro de 2007

Curso de REIKI Nível I (Iniciação)

Caros amigos e leitores,

Venho por este meio informá-los de que estão abertas as inscrições para o curso de nível um (iniciação) ao Reiki Usui.

O mesmo irá ser leccionado em Albufeira no primeira fim de semana de Outubro ou outro, mediante as inscrições e a disponibilidade dos candidatos.

As “turmas” são constituídas no máximo por seis pessoas. Neste momento já há quatro inscrições, por isso caso pretenda não se atrase e faça já a sua reserva através do seguinte endereço de e-mail: mestreviktor@gmail.com.

Cada um terá direito a material didáctico e o respectivo diploma.

Se achas que tens um enorme potencial para dar, gostas de ajudar os outros e queres sentir-te emocionalmente estável, não percas a oportunidade de te inscreveres.

Despeço-me desejando uma boa noite para todos.

Saudações ReikianasNamasté.

Sinto-me: Com algum sono...

Publicado por Viktor às 02:46
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Terça-feira, 18 de Setembro de 2007

Marcelo "arrasa" novo Código Penal

Marcelo Rebelo de Sousa não poupa críticas ao Código de Processo Penal e à forma como entrou em vigor. Professor universitário e membro do Conselho de Estado por escolha de Cavaco Silva, Marcelo Rebelo de Sousa critica o próprio gabinete do Presidente da República.
É um dos mais contundentes críticos da entrada em vigor do novo Código de Processo Penal.
De tal forma, que para Marcelo o lado bom do projecto ficou quase só pelas intenções.
Em declarações à SIC, o professor garante que as culpas chegam à própria Presidência da República.
Para explicar a alegada má preparação da alteração legislativa,Rebelo de Sousa afirma que o novo código permite que num processo com vários arguidos todos acabem em liberdade sem que o inquérito tenha terminado. 
O professor universitário diz ainda que Portugal já era o país da Europa com menos presos preventivos à espera de condenação, garantido que cai assim por terra um dos principais argumentos desta reforma.
Fonte

Segunda-feira, 17 de Setembro de 2007

Criminosos em liberdade

O novo Código do Processo Penal colocou em liberdade condenados por violação, roubo e até homicídios. E o mesmo pode acontecer aos assassinos de três polícias. Agentes temem que população faça «justiça pelas próprias mãos. Maria José Morgado diz que burocracia vai aumentar e investigação corre risco de «colapso». Já foram libertados 115 presos preventivos

 

As críticas ao novo Código do Processo Penal sucedem-se. Marcelo Rebelo de Sousa responsabiliza o Governo, a Assembleia da República [foi aprovado pelo PS e PSD] e o Presidente Cavaco Silva por terem permitido que assassinos condenados fossem colocados em liberdade, as forças policiais estão revoltadas e a Procuradora Maria José Morgado fala em «colapso» no combate ao crime.

No sábado, no dia em que entrou em vigor o novo Código, foram libertados 115 presos preventivos. Há pessoas já condenadas por violação, roubo e até homicídios a aproveitarem a redução geral dos prazos de prisão preventiva. Esta semana poderá ser libertado o assassino do chefe da PSP de Lagos e ainda Marcus Fernandes, condenado a 25 anos de prisão pela morte de dois agentes da PSP e pela tentativa de homicídio de um terceiro.

Em declarações à TSF, o presidente da Associação Sócio-Profissional de Polícia, alerta para o facto de os cidadãos poderem, «a longo prazo, sentirem que a justiça não é justa e fazerem justiça pelas próprias mãos».

Marcelo Rebelo de Sousa vai ainda mais longe, ao afirmar, na RTP, que se alguma coisa acontecer na sequência da libertação destas pessoas condenadas por «crimes gravíssimos», quem aprovou o novo Código «terá de ser responsabilizado».

A procuradora-geral adjunta Maria José Morgado, em declarações esta segunda-feira ao Diário de Notícias, considera a burocracia vai aumentar e a investigação criminal corre o «risco de colapso» se não for feita a urgente informatização dos serviços do Ministério Público.

Celebrizada pelas investigações no âmbito do processo «Apito Dourado», Maria José Morgado considerou que a entrada em vigor do novo Código de Processo Penal vai aumentar a «circulação de papel entre os vários departamentos judiciários e, com isso, a morosidade, podendo culminar tudo em eventuais precipitações no encerramento dos processos».

A entrada em vigor do novo Código de Processo Penal (CPP) provocou nos últimos dias uma onda de críticas, incluindo do próprio Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, que se queixou do tempo curto de adaptação às normas agora vigentes.

Fernando Jorge Fernandes, do Sindicato dos Funcionários Judiciais, considerou, em declarações à SIC Notícias, que «esta lei é feita para facilitar a vida a alguém em alguns processos mediáticos, como é certamente o caso da Casa Pia».

O Ministério da Justiça afirma que a revisão do CPP veio aprofundar as garantias processuais, com maior protecção à vítima, modernizando o processo penal, simplificando actos e acelerando os trâmites processuais.

Em declarações aos jornalistas em Coimbra, o titular da pasta, Alberto Costa, rejeitou as críticas e recordou que o novo diploma resultou de consenso na Assembleia da República, «no termo de um processo longo de discussão, conhecido da comunidade jurídica» e que «está longe de ser uma surpresa».

Fonte


Desde o início do ano que as regras que dizem respeito à rapidez dos depósitos bancários foram...

No entanto, a Deco, na sua última edição da «Dinheiro e Direitos» faz um alerta para um pormenor que, na hora de movimentar o nosso dinheiro, pode fazer toda a diferença.

O facto é que, apesar de no geral, a associação ter constatado que a Lei está a ser cumprida nos depósitos em dinheiro, a Deco apurou, que estas operações podem ser consideradas de formas diferentes: depósitos em numerário ou entregas de numerário.

No primeiro caso, a quantia entregue fica disponível no momento, recebendo a data-valor do próprio dia. No segundo caso, os bancos têm até 24 horas para conferir o valor depositado, o que implica que a quantia tenha data-valor do dia útil seguinte, só ficando disponível nessa altura.

O alerta vem no sentido de alertar para esta última situação. É que «embora esta prática seja permitida aos bancos, um depósito pode ser tratado como uma entrega sem que o cliente o tenha pedido» e daí o dinheiro venha a ser creditado mais tarde do que julgávamos.

Assim, ao depositar o dinheiro ao balcão, a Deco recomenda que sempre certificar-nos da designação que foi atribuída pelo banco à operação e assim evitar dissabores.

FONTE


Publicado por Viktor às 10:10
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Quinta-feira, 13 de Setembro de 2007

V Festival de Jazz em ALBUFEIRA

 

Dias 13, 14 e 15 de Setembro no Auditório Municipal. Vem e trás um amigo.


Publicado por Viktor às 13:49
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Terça-feira, 29 de Maio de 2007

1 Junho - Auditório Municipal de Albufeira

Caros Amigos,
Venho por este meio informar todos os leitores, visitantes e amigos, que no próximo dia 1 de Junho (sexta-feira) o Grupo Coral da Câmara Municipal de Albufeira, irá actuar no Auditório Municipal da Câmara de Albufeira, para a abertura do espectáculo de Música Popular Tradicional - Apresentação de CD – Moças Nagragadas
Compareça e tragam uma amiga(o), a entrada é gratuita.
Sinto-me: Com sono...

Publicado por Viktor às 10:07
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